

A MIT
Eng. Paulo Esteves
Presidente da Câmara Municipal de Valongo
Nesta edição de 2026 toda a programação está diretamente ligada ao conceito de memória.
A memória permite-nos construir a nossa identidade, preservarmos histórias, transmitirmos conhecimento e estabelecermos ligações entre o passado, o presente e o futuro.
Num tempo marcado pela velocidade da informação e pela constante transformação social, torna-se essencial criar espaços de reflexão que permitam revisitar memórias individuais e coletivas, valorizando aquilo que nos une enquanto comunidade e fundamentalmente como humanidade.
Ao longo da programação, diferentes linguagens artísticas cruzam-se para explorar a memória nas suas múltiplas dimensões: a memória do corpo, da família, das migrações, dos lugares, das tradições e das experiências que moldam a nossa forma de estar no mundo.
Temos representados países como o Chile, Espanha, França, Portugal e Reino Unido integram esta jornada de pesquisa artística.
A programação desta edição inclui 6 espetáculos, 1 homenagem e 2 workshops (publico infantil, e juvenil), colocando em palco artistas do Brasil, Chile, Espanha, França, Portugal e Reino Unido, proporcionando ao público uma experiência diversificada e inovadora.
Hugo Sousa
Diretor artístico Cabeças no Ar e Pés na Terra
Assim, a Círculo MIT Valongo de 2026 afirma-se como um espaço de criação, encontro e partilha, onde as artes se tornam veículo para preservar, questionar e celebrar as memórias que nos definem.
14 de outubro
14h30 exclusivo para público escolar
Formação Artes circenses Felipe Contreras
Chile/Portugal M/3

A arte circense tendo como gatilho criativo objetos afetivos.
Que memória surgem provocadas por certos objetos?
Os objetos assumem-se como arquivo de memória.
15 de outubro
19h30
memória Art'in J
Brasil/Portugal M/14 1h30

A mesma imagem, quantas memórias diferentes invoca?
Este espetáculo de cruzamento disciplinar reúne num espaço a gastronomia, a fotografia, a performance, a música e o vídeo, tudo criado em residência artística. A partir do livro de fotografia "A Imprevisibilidade do Visível, a Imponderabilidade da Memória" de Cândido Ramalho, pretendemos criar um acontecimento artístico performático que envolve jantar, fotografia, multimédia, música e teatro.
Artistas nacionais e internacionais são desafiados a fazer uma viagem pelas fotos e a criar pensamentos artísticos em residência artística em Ermesinde.
A fotografia assume-se como arquivo visual da memória, preservando instantes, rostos e acontecimentos que resistem ao passar do tempo, contaminando os outros/as artistas e provocando/invocando as suas próprias memórias, criando um ambiente de convivência e partilha.
O espetáculo é seguido da inauguração da exposição de fotografia A IMPREVISIBILIDADE DO VISÍVEL E A IMPONDERABILIDADE DA MEMÓRIA e conta com a presença do autor Cândido Pereira.
Criação coletiva a partir do livro A IMPREVISIBILIDADE DO VISÍVEL E A IMPONDERABILIDADE DA MEMÓRIA de Cândido Pereira Direção Artística Hugo Sousa interpretação Ana Rita Teles, Bárbara Tavares e Laura Assis Música ao vivo Alexandre Manuel conteúdo multimédia Diogo Ferreira design comida e catering WEARE.BRAVIO Operação de luz e som Carlota Estrela Apoio Quinta das Arcas. Cenografia Diego Caicedo figurinos Diego Caicedo ilustração e design gráfico Diego Caicedo
estreia mundial
21h30
Homenagem a Roberto Merino
Chile/Portugal M/3

A homenagem a Roberto Merino assume-se como um momento de reconhecimento, celebração e preservação do legado de um criador cuja trajetória artística marcou profundamente o panorama cultural e teatral.
Esta homenagem enquadra-se naturalmente na temática da memória, porque o seu percurso representa diferentes formas de memória. A Memória histórica, marcada pelo exílio provocado pela ditadura chilena. A memória artística, através de mais de cinco décadas de criação teatral. A memória pedagógica, pela formação de centenas de profissionais das artes performativas. A memória coletiva, pelo contributo para a consolidação do teatro contemporâneo em Portugal, particularmente no Porto e na Madeira. A memória cultural, preservando e reinterpretando o repertório clássico e contemporâneo para sucessivas gerações de artistas e públicos.
Estes elementos tornam Roberto Merino uma figura cuja trajetória ultrapassa a dimensão individual, constituindo um verdadeiro património vivo do teatro português e justificando plenamente a sua homenagem num festival dedicado à memória.
Coordenação Hugo Sousa vídeo de homenagem Miguel Tedim depoimentos Mário Moutinho, Júlio Cardoso, José Leitão, Jorge Palinhos e Eduardo Luíz.
gratuito
16 de outubro
19h30
memória Art'in J
Brasil/Portugal M/14 1h30

A mesma imagem, quantas memórias diferentes invoca?
Este espetáculo de cruzamento disciplinar reúne num espaço a gastronomia, a fotografia, a performance, a música e o vídeo, tudo criado em residência artística. A partir do livro de fotografia "A Imprevisibilidade do Visível, a Imponderabilidade da Memória" de Cândido Ramalho, pretendemos criar um acontecimento artístico performático que envolve jantar, fotografia, multimédia, música e teatro.
Artistas nacionais e internacionais são desafiados a fazer uma viagem pelas fotos e a criar pensamentos artísticos em residência artística em Ermesinde.
A fotografia assume-se como arquivo visual da memória, preservando instantes, rostos e acontecimentos que resistem ao passar do tempo, contaminando os outros/as artistas e provocando/invocando as suas próprias memórias, criando um ambiente de convivência e partilha.
O espetáculo é seguido da exposição de fotografia A IMPREVISIBILIDADE DO VISÍVEL E A IMPONDERABILIDADE DA MEMÓRIA e conta com a presença do autor Cândido Pereira.
Criação coletiva a partir do livro A IMPREVISIBILIDADE DO VISÍVEL E A IMPONDERABILIDADE DA MEMÓRIA de Cândido Pereira Direção Artística Hugo Sousa interpretação Ana Rita Teles, Bárbara Tavares e Laura Assis Música ao vivo Alexandre Manuel conteúdo multimédia Diogo Ferreira design comida e catering WEARE.BRAVIO Operação de luz e som Carlota Estrela Apoio Quinta das Arcas. Cenografia Diego Caicedo figurinos Diego Caicedo ilustração e design gráfico Diego Caicedo
estreia mundial
21h30
Kyoki Elefante Elegante
Espanha M/3 50 m

O espetáculo "Kyoki", da companhia Elefante Elegante, convida o público a mergulhar num universo onde a fragilidade da mente e a perceção da realidade colocam em evidência a importância da memória na construção da identidade pessoal. Através de uma linguagem física e visual intensa, a obra questiona os limites entre aquilo que recordamos, esquecemos ou imaginamos.
sinopse
KYOKI é um espetáculo sem palavras dirigido ao público infantil e familiar, que aborda os temas do esquecimento, da velhice e da solidão. KYOKI significa "demência" em japonês e refere-se a uma alteração na capacidade de recordar, pensar ou tomar decisões. É certo que isto costuma ocorrer em pessoas idosas, mas... quem nunca se esqueceu onde colocou a caixa das bolachas? Ou, por distração, vestiu a camisola ao contrário?
KYOKI é um olhar cúmplice, reflexivo e sensível sobre as experiências vividas tanto por quem precisa de cuidados como por quem cuida. A família, as instituições médicas e as instituições sociais estão presentes nas três personagens interpretadas pela atriz protagonista: a avó, a filha e a médica.
Através de uma linguagem gestual baseada na manipulação de objetos e na interação constante com o dispositivo cénico, o espetáculo cria um universo cómico e poético que transita do realismo à hipérbole do quotidiano.
A dinâmica teatral assenta no trabalho plástico da corporalidade da intérprete e numa sintonia rigorosa entre os gestos e a música instrumental original, definindo uma sequência dramatúrgica em que a imagem assume o protagonismo absoluto. A encenação assenta, assim, na dinâmica pictórica da organização do espaço teatral e na narrativa das próprias ações físicas, que refletem desejos, sentimentos e todos os estados dramáticos estabelecidos.
Prémio do Público na prestigiada Feira Ibérica de Teatro.
Criação María Torres e Gonçalo Guerreiro Direção de cena e cenográfica Gonçalo Guerreiro Interpretação
María Torres Manipulação de objetos Mario Rodríguez Vestuario e Atrezzo Carolina Díguele Composição musical Manuel Fonte Iluminação Nacho Martín Produção de arte e disenho gráfico Carolina Díguele Fotografía Vanessa Rábade
17 de outubro
15h00 às 18h00
Deliver Art Surge Festival/Tech Box
Reino Unido 5m

O DeliverArt é um projeto de arte imersiva itinerante apresentado como parte do programa TechBox, no Surge Festival em Glasgow, que parodiava os serviços de entrega via aplicativo.
O conceito | Uma performance interativa e itinerante de arte imersiva que satirizava os serviços modernos de entrega por aplicativo e a economia de "bicos" (*gig economy*). Contexto | Desenvolvido no âmbito da iniciativa TechBox, do Surge, que explora a interseção entre tecnologia digital, artes de rua e performance.
Apresentado ao lado de outras obras experimentais e de teatro de rua durante a programação do Surge Festival em Glasgow.
estreia em Portugal
marcação através da app
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gratuito
19h30
memória Art'in J
Brasil/Portugal M/14 1h30

A mesma imagem, quantas memórias diferentes invoca?
Este espetáculo de cruzamento disciplinar reúne num espaço a gastronomia, a fotografia, a performance, a música e o vídeo, tudo criado em residência artística. A partir do livro de fotografia "A Imprevisibilidade do Visível, a Imponderabilidade da Memória" de Cândido Ramalho, pretendemos criar um acontecimento artístico performático que envolve jantar, fotografia, multimédia, música e teatro.
Artistas nacionais e internacionais são desafiados a fazer uma viagem pelas fotos e a criar pensamentos artísticos em residência artística em Ermesinde.
A fotografia assume-se como arquivo visual da memória, preservando instantes, rostos e acontecimentos que resistem ao passar do tempo, contaminando os outros/as artistas e provocando/invocando as suas próprias memórias, criando um ambiente de convivência e partilha.
O espetáculo é seguido da exposição de fotografia A IMPREVISIBILIDADE DO VISÍVEL E A IMPONDERABILIDADE DA MEMÓRIA e conta com a presença do autor Cândido Pereira.
Criação coletiva a partir do livro A IMPREVISIBILIDADE DO VISÍVEL E A IMPONDERABILIDADE DA MEMÓRIA de Cândido Pereira Direção Artística Hugo Sousa interpretação Ana Rita Teles, Bárbara Tavares e Laura Assis Música ao vivo Alexandre Manuel conteúdo multimédia Diogo Ferreira design comida e catering WEARE.BRAVIO Operação de luz e som Carlota Estrela Apoio Quinta das Arcas. Cenografia Diego Caicedo figurinos Diego Caicedo ilustração e design gráfico Diego Caicedo
estreia mundial
21h30
43º13’44”N OLATZ GORROTXATEGI
Espanha M/12 60 m

A obra "43o13’44’’N" é o resultado do processo de pesquisa da autora na memória familiar e coletiva. É uma história encontrada a caminho de outro lugar, onde os mecanismos da imaginação conseguem preencher lacunas que a memória não preenche. São as fotos que não tivemos tempo de tirar, os barcos que não tivemos tempo de apanhar ou as balas que nunca tivemos tempo de retirar. Um diário de bordo em forma de performance e teatro documental. De biografia política.
Que memória construímos de alguém que nunca vimos?
Em "43º13’44”N", de Olatz Gorrotxategi, a memória surge associada ao território e às marcas deixadas pelo tempo nos lugares e nas pessoas. A peça estabelece um diálogo entre geografia, história e experiência humana, revelando como os espaços que habitamos guardam vestígios das vivências que os atravessaram.
Neste teatro documental a performer vai à procura de um familiar que nunca viu e tenta reconstruir o seu desaparecimento na época de Franco em Espanha.
Espetáculo selecionado pelo Instituto de las Mujeres (Ministério da Igualdade de Espanha) para integrar blocos especiais dedicados ao teatro documental e à autoria feminina.
Estreia em Portugal
Direção e dramaturgia Olatz Gorrotxategi Interpretes Juan Gangoiti e Olatz Gorrotxategi.
Câmara e edição de vídeo Indi Costa testemunhos Adolfo Pastor, Angels Berengueres, Carlos Hernández, Francisco Hernando, José Antonio Naves, José Luis Muriel, Julián de la Morena, Kepa Solís, Liliana
Aceves, Mireia Arangoitia, Pilar Muñoz, Xabier Roig.
estreia em Portugal
18 de outubro
15h00 às 16h30
Oficina memória Cabeças no ar e pés na terra

Desde 2010, Empathiclown desenvolve projetos com palhaços profissionais que atuam junto a pessoas vulneráveis, em casas de repouso, em escolas especiais para crianças autistas e com múltiplas deficiências, assim como em hospitais, além de trabalhar com pessoas em situação de rua e pacientes isolados em suas casas. Ingênuo e confiante, o palhaço vive o momento presente e se encanta com tudo ao seu redor. Sensível à fragilidade de seus semelhantes, ele os acompanha no seu estado atual. Não se trata de um espetáculo ou animação, mas sim de um encontro onde o palhaço pratica escuta, adaptação, humor, poesia e ternura para compartilhar um momento a sós.
Denis concentra seu trabalho artístico no jogo de clown em projetos de caráter social.
Sobre o artísta
Denis Bernard é palhaço e encenador. Formado em teatro no Instituto Superior de Artes do Espectáculo de Bruxelas e como palhaço na Escola Philippe Gaulier em Londres. Fundadores do HardtMachin com Sébastien Jacobs e Luc Gaugler, eles criaram juntos vários espetáculos de 1994 a 2004. Nesse intervalo, Denis passou onze anos em Portugal, onde ensinou durante vários anos interpretação dramática na E.S.M.A.E. no Porto e trabalhou como encenador para várias companhias. Criou a Empathiclown.
gratuito
16h30
MÚSICAS PARA DAR A VOLTA AO MUNDO DA DONA ARMÉNIA
Ana Madureira & Vahan Kerovpyan
França/Portugal M5 60 m
gratuito

Músicas para dar a volta ao mundo da Dona Arménia (Portugal, França e Arménia)
O concerto-espetáculo "Músicas para dar a volta ao mundo da Dona Arménia" celebra a memória cultural e afetiva através da música. As canções, os ritmos e as histórias transportam o público por diferentes geografias e tradições, evocando recordações, heranças culturais e experiências partilhadas que ultrapassam fronteiras..
Se as raízes dizem de onde vimos, os ramos dizem para onde vamos.
Com a Dona Arménia viajamos para um desconhecido e enfrentamos pequenos e grandes medos, desde a aranha na teia do tecto, até ao vizinho e o seu dialecto. A pé ou de bicicleta, chegaremos a uma meta: dar a volta ao nosso próprio mundo. Se ficarmos em segundo, não interessa. Não há volta a dar. Mais vale ir sem pressa e chegar a um lugar onde algo começa.
Um concerto cantado e tocado tu cá tu lá, para aproximar o lá do cá e o cá do lá.
Direcção, música e textos Ana Madureira e Vahan Kerovpyan Interpretação Ana Madureira (voz, percussão), José Carlos Barbosa (baixo eléctrico, voz), Paulo das Cavernas (guitarra, ngoni, percussão, voz), Rui Bandeira (trompete, trombone, voz), Vahan Kerovpyan (voz, percussão, teclado, ukulele, dhol) Som Miguel Moreira Gestão Rita Maia - menosmuitomais crl Produção Dona Arménia Coprodução Fundação Serralves
21 de outubro
10h30 às 15h30
Auto da Barca de Bosch Cabeças no Ar e Pés na Terra
exclusivo para público escolar
Portugal M/14 60 m
exclusivo para escolas

Auto da Barca de Bosch propõe uma interseção estética e conceptual entre o teatro Vicentino e a iconografia visionária de Hieronymus Bosch. O projeto explora a dialética entre palavra e imagem, criando um espaço cénico onde a sátira moral de Gil Vicente dialoga com a densidade simbólica das paisagens oníricas de Bosch. Esta convergência revela a persistência de inquietações metafísicas e éticas, transpondo-as para uma linguagem contemporânea. Esta montagem propõe uma experiência visual e sensorial única, mantendo a sátira e a crítica social presentes na obra original.
Texto Gil Vicente Encenação e Espaço Cénico Hugo Sousa Interpretação Ana Rita Pinto, Bruno Martelo, Jorge Neto e Miguel Lopes Adereços António Sousa Figurinos Andreia Macedo Execução de figurinos Cristina Gouveia, Assunção Rodrigues e Fernanda Pinto Coordenação de animação e vídeo mapping Diogo Ferreira Animação digital Matilde Ribeiro e Leonor Faria Henriques Design gráfico André Santos Sonoplastia Carlos Adolfo Desenho de Luz Hugo Sousa Pintura de máscara Luís Nogueira Operação microfones Carlota Estrela Fotos de ensaio Miguel Tedim Produção Cabeças no Ar e Pés na Terra
Informações
bilhetes espetáculos do auditório| 5€ (bilheteira aqui)
bilhetes Memória espetáculo-jantar | 20 € (reservas pelo mail cabecasnoarepesnaterra@gmail.com)
Morada
Fórum Cultural de Ermesinde
xxxxxxx
Centro Cultural de campo
xxxxxxxx
Como chegar
Coordenadas: xxxxxxx
Organização
Município de Valongo
Equipa Município de Valongo
Coordenação, frente de sala e som Departamento de Cultura e Cidadania – Divisão de Cultura e Turismo
Logística Departamento Logística, Higiene Urbana e Manutenção
Comunicação, gestão de redes sociais do Município e recolha fotográfica Departamento de Inovação, Tecnologias de Informação e Comunicação
Programação e Produção
Cabeças no Ar e Pés na Terra
Equipa Cabeças no Ar e Pés na Terra
Direção artística e Produção executiva Hugo Sousa
Assistência à produção Gisela Baltazar e Cristina Gouveia
Frente de sala Carlota Estrela e Tiago Costa
Direção técnica Luz e Som Manuel Alão
Montagem técnica de Som Bernardo Rebelo
Montagem técnica Luz Bárbara Rey
Direção Técnica Vídeo Diogo Ferreira
Captura e Edição vídeo (Redes sociais) Miguel Tedim
Direção de montagem de cenográfica Jorge Neto
Design André Santos
Fotografia Diogo Ferreira
Apoio à tradução Jorge Botelho
Produção Cabeças no Ar e Pés na Terra
Apoios Teatro Art'Imagem, Biscoitos Paupério, Quinta das Arcas,
Parceria Art'J Jobra